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O diferencial de morar em Casa

Com o crescimento do mercado imobiliário a verticalização de condomínios tem chamado a atenção de muitas pessoas, entretanto muitas construtoras estão procurando mudar essas aparências, e esta modificação se encontra na característica de residenciais horizontais uma opção que traz qualidade, conforto e segurança aos seus clientes.

A preferência por casa, geralmente duplex, tem sido um diferencial importante na aquisição da moradia. Para os compradores, o que lhes chamam atenção é a característica de morar individualmente sem compartilhamento de água ou a preocupação com limpeza dos corredores do prédio. Outro atrativo se encontra no estacionamento geralmente a frente da casa, que lhe dar mais segurança no cuidado com o seu carro. Muitas famílias levam em consideração o lazer e a segurança que se encontram lado a lado.

Outra qualidade, é que a compra de uma casa pronta em um condomínio, é muito mais em conta e prático. Comprando um lote você gastará mais e terá de esperar pela construção do condomínio e da casa o que durará em torno de 3 anos. Sendo que comprando a casa pronta em um condomínio residencial, a espera não passa de 2 anos e o cliente não terá a preocupação com o modelo construtivo utilizado pois estará ciente de tudo antes mesmo de iniciar a obra.

Os tipos são muitos, duplex, casa, 3 ou 2 quartos, compartilhado, expancível, etc., mas uma coisa é certa, o formato é a representação do sentimento de viver em um recanto residencial.

Cresce o número de construções com blocos de concreto

O crescimento do mercado imobiliário no Brasil tem incentivado o uso do sistema construtivo de alvenaria estrutural com bloco de concreto em todo o país. A expansão está ligada às vantagens técnico-econômicas propiciadas pelo sistema como a rapidez na execução de obra. A alvenaria estrutural com blocos de concreto apresenta vantagens muito superiores aos outros tipos de alvenarias, tais como confiabilidade, qualidade garantida por normas, ensaios e pelo Selo da Qualidade.

Com este tipo de alvenaria, instalações elétricas e hidráulicas podem ser previstas já no projeto, embutidas nos blocos, agilizando ainda mais os trabalhos nos canteiros, ou seja, atuando fortemente na industrialização da construção. Atualmente o Brasil já conta com fábricas de blocos de qualidade em praticamente todas as suas principais regiões.

Com os investimentos previstos pelo governo federal de R$ 126 bilhões para a segunda fase do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), que vai até 2014 e prevê a construção de 2 milhões de unidades, a tendência é de o uso do sistema construtivo de alvenaria estrutural com blocos de concreto se ampliar ainda mais pelo país.

“O fato de a maioria das regiões brasileiras contar com fabricantes de bloco que possuem o Selo de Qualidade da ABCP, que representa uma garantia de produção em conformidade com as normas brasileiras, tem incentivado essa expansão da alvenaria estrutural com blocos de concreto”, avalia o arquiteto Carlos Alberto Tauil, consultor técnico da BlocoBrasil- Associação Brasileira da Indústria de Blocos de Concreto.  As 53 empresas fabricantes de blocos associadas à BlocoBrasil têm capacidade produtiva instalada de 56,357 milhões de blocos por mês, suficientes para a produção de 56 mil unidades habitacionais de 50 m² mensalmente.

Fonte: www.obra24horas.com.br

Fibras de aço totalmente recicladas

As construtoras brasileiras começam a utilizar a EcoFibra, uma fibra produzida a partir de aço reciclado e usada na mistura de concreto aplicado para execução de pisos industriais. Este material substitui a tradicional tela de aço e é ecologicamente correto, diferentemente das existentes no mercado que são produzidas a partir de aço virgem.

A matéria prima da EcoFibra vem de chapas de aço descartadas por indústrias em geral. Os processos de produção garantem as melhores características de desempenho e uma maior aderência ao concreto, proporcionando um resultado eficiente.

Esse processo de reciclagem minimiza a quantidade de poluentes dispersados no ar, já que, segundo o Inventário de Emissão de CO² da CETESB de 2006, a indústria do aço emite 1,46 toneladas de CO2 para cada tonelada de aço produzido. Somente o setor da construção civil brasileiro consome mais de 30% da produção nacional do minério.

A empresa que opta pela EcoFibra, conta com um piso industrial de alto desempenho, além disso, um ótimo conceito de sustentabilidade e respeito ao meio ambiente, respondendo de forma positiva aos desafios ambientais de sua sociedade podendo assim, juntamente com outras medidas sustentáveis.

Norte e Nordeste cresce na Construção Civil

Tidas como líderes em construção civil até os próximos cinco anos, com destaque para o período de eventos como a Copa do Mundo como agente impulsionador do setor, as regiões Norte e Nordeste se destacaram com quase duas mil obras na área da construção civil brasileira ne a movimentação de U$ 58 bilhões, apenas no ano passado.

Para 2011, a expectativa é um crescimento na casa dos 14% em números de obras, que elevaria as regiões a 2.276 novas construções este ano. O otimismo vem na onda do ano passado, que pode ser considerado de ouro para o setor de construção civil, com um movimento estimado de US$ 325,5 bilhões em todo território nacional entre obras comerciais, industriais e residenciais.

A aposta em construção civil para os próximos anos também foi passada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) que prevê investimentos de R$ 607 bilhões no Brasil até 2014, fatia superior aos outros investimentos do banco para o Brasil.

O destaque das regiões fica por conta da Bahia, líder no seguimento imobiliário o número de empreendimentos em construção mais que dobrou no últimos anos. Eventos como o Salão Imobiliário e Feirão da Caixa tem impulsionado cada vez mais as vendas no estado. Segundo a Ademi, a oferta de crédito, prazos alongados para pagamento e juros mais baixos, aliado ao aumento do poder de compra do consumidor, provocaram um verdadeiro boom no mercado imobiliário baiano.

Emprego na construção cresce em junho

Segundo a pesquisa realizada pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), no mês de junho foram contratados 37.497 trabalhadores no setor da construção civil, ultrapassando a marca de 3 milhões de funcionários com carteira assinada no país.

O crescimento de emprego na construção civil brasileira foi de 1,25% em junho, em comparação ao mês anterior. Só no primeiro semestre de 2011 o setor contratou mais de 196 mil trabalhadores. Nos últimos 12 meses houve mais 247.079 mil contratações.

Dos 3 milhões de trabalhadores contratados, cerca de 1,56 milhão estavam no Sudeste; 634.247 no Nordeste; 421.833 no Sul; 237.357 no Centro-Oeste e 176.213 no Norte.

Segundo o presidente da SindusCon-SP, Sergio Watanabe, o  emprego na construção continua crescendo. Na nota, Watanabe ainda afirmou que o setor será um dos responsáveis pelo crescimento do PIB brasileiro neste ano.

Fonte: Blog da Construção

Indústria de móveis prevê crescimento de 10%

A expansão do mercado imobiliário e a alta no consumo da classe média têm impulsionado o crescimento da indústria brasileira de móveis. Com foco voltado ao mercado nacional, o setor faturou R$ 29,7 bilhões em 2010, 13,4% a mais do que em 2009, segundo a Abimóvel (Associação Brasileira das Indústrias do Mobiliário), com dados do Iemi (Instituto de Estudos e Marketing Industrial).

“O crescimento da indústria da construção civil deverá elevar a demanda por móveis residenciais ainda mais neste ano”, disse o presidente da Abimóvel, José Luiz Diaz Fernandez. A previsão é que o setor moveleiro tenha alta de 10% no faturamento em 2011. Segundo ele, o programa Minha Casa, Minha Vida tem sido um dos responsáveis pela expansão do setor. “Ao mesmo tempo, as famílias de baixa renda estão ampliando o consumo com a alta na renda.”

O presidente da Abimóvel afirma ainda que o setor discute com o Ministério do Desenvolvimento a criação de uma linha de financiamento de móveis voltada para famílias que comprarem imóveis pelo programa habitacional.

O setor de móveis de alta decoração também faz previsões otimistas para 2011. “Neste ano, vemos o mercado ainda mais aquecido com o aumento da renda”, afirma Fernando Flores, presidente da Abimad (Associação Brasileira das Indústrias de Móveis de Alta Decoração).

Enquanto isso, as importações cresceram 110%, de US$ 90 milhões para o valor de US$ 189,6 milhões. As compras da China tiveram alta de 125% no ano passado, simplificar procedimentos e financiar as exportações poderiam estimular o setor no mercado interno.

Fonte: Folha de São Paulo