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Decoração em varandas de apartamentos


A busca pela qualidade de vida nas grandes cidades fez com que a arquitetura dentro dos apartamentos se moldasse a essa necessidade do ser humano. Uma solução para isso foi ampliar os espaços das varandas e transformá-las em jardins suspensos a vários metros de altura, uma forma de trazer a sensação de frescor que apenas sentimos em casa.

Nos apartamentos novos, elas viraram atração principal e são um excelente espaço para reunir a família e os amigos. “Cidades grandes e litorâneas, como Rio de Janeiro e Salvador, já exploravam esse recurso de grandes varandas que ampliam a sala de estar, aumentando o contato com o ambiente externo e valorizando o imóvel. Este comportamento se tornou uma tendência, adotada até em cidades com clima menos favorável, como São Paulo”, diz a arquiteta Ana Carolina M. Tabach, diretora de projetos da C+A Arquitetura e Interiores.

Com várias opções de aproveitamento do espaço, a varanda pode se transformar em jardim, espaço gourmet, Spa, sala de leitura, às vezes, até por meio de uma simples mudança dos móveis. Para o espaço ficar mais aconchegante, a arquiteta indica a substituição dos pisos cerâmicos por revestimentos mais nobres, como um porcelanato rústico e mármore com decks de madeira sobrepostos. “O piso em carvalho rústico é resistente e de fácil manutenção. A madeira de demolição também tem sido muito empregada”, ressalta.

Na hora da escolha dos móveis atenção aos materiais mais resistentes às ações do sol, chuva, vento, e acima de tudo fungos. Para mesas e cadeiras, as madeiras de eucalipto, camaru e naval são as mais indicadas. Para proteger e forrar os móveis, materiais como acrílico e tecidos náuticos, impermeáveis, são uma boa pedida. “Eles não sofrem com a ação dos raios solares e dos fungos”. A arquiteta também recomenda a madeira teca (naval), por ser resistente às intempéries, além de móveis de alumínio, fibra sintética e de vidro.

“Dependendo da área disponível, podemos selecionar poltronas, pufes, mesa de centro e lateral para compor uma gostosa área de estar. E se ainda sobrar espaço, pode-se optar por uma chaise ou por uma mesa para as refeições ao ar livre”, sugere a profissional.

O diferencial de morar em Casa

Com o crescimento do mercado imobiliário a verticalização de condomínios tem chamado a atenção de muitas pessoas, entretanto muitas construtoras estão procurando mudar essas aparências, e esta modificação se encontra na característica de residenciais horizontais uma opção que traz qualidade, conforto e segurança aos seus clientes.

A preferência por casa, geralmente duplex, tem sido um diferencial importante na aquisição da moradia. Para os compradores, o que lhes chamam atenção é a característica de morar individualmente sem compartilhamento de água ou a preocupação com limpeza dos corredores do prédio. Outro atrativo se encontra no estacionamento geralmente a frente da casa, que lhe dar mais segurança no cuidado com o seu carro. Muitas famílias levam em consideração o lazer e a segurança que se encontram lado a lado.

Outra qualidade, é que a compra de uma casa pronta em um condomínio, é muito mais em conta e prático. Comprando um lote você gastará mais e terá de esperar pela construção do condomínio e da casa o que durará em torno de 3 anos. Sendo que comprando a casa pronta em um condomínio residencial, a espera não passa de 2 anos e o cliente não terá a preocupação com o modelo construtivo utilizado pois estará ciente de tudo antes mesmo de iniciar a obra.

Os tipos são muitos, duplex, casa, 3 ou 2 quartos, compartilhado, expancível, etc., mas uma coisa é certa, o formato é a representação do sentimento de viver em um recanto residencial.

Porque morar em um condomínio-clube?

Piscina, espaço gourmet, quadras recreativas, parque infantil, decks, academia, gazebo, salão de jogos e praça de encontros. Itens que até pouco tempo só eram encontrados em imóveis de alto padrão se tornaram tendências em empreendimentos voltados para o segmento econômico. Sob o nome de condomínio-clube, os prédios e condomínios horizontais, possuem opções de lazer e serviços dos mais variados.

Para atender a variedade de expectativas e modelos familiares, o padrão condomínio-clube oferece opções de lazer para todas as faixas etárias e estilos de vida, facilitando a adaptação ao novo endereço e agradando a todos os clientes. O sucesso de vendas dos condomínios-clube se deve ao maior diferencial deste padrão de empreendimento e à proximidade com as atividades de lazer. É comum uma família, em que o pai e a mãe trabalhem fora o dia todo não tenham tempo disponível para levar os filhos a clubes e academias, por exemplo. Nestes empreendimentos, tanto as crianças e jovens como os adultos podem desfrutar de momentos de lazer, a qualquer hora.

As construtoras estão entregando a área de lazer equipada e decorada, o que elimina a necessidade da criação de um fundo de reserva pelo condomínio para montar o espaço. Além disso, empreendimentos com estas características possuem um avanço na implantação dos condomínios-clube está diretamente ligado à redução dos custos de manutenção dos mesmos, onde geralmente têm um grande número de unidades, para não onerar a taxa de condomínio.

Para os clientes de condomínios com este padrão, além das estruturas de lazer e do valor acessível, outro fator preponderante para o comprador optar por um imóvel deste padrão é a segurança. “Hoje em dia, é muito comum encontrar pessoas se exercitando nas ruas e procurando opções de lazer em vários cantos da cidade. Com a opção de ter tudo isso dentro de seu condomínio, os moradores estarão livres de alguns problemas enfrentados nas ruas. Além disso, pais e mães ficarão mais tranqüilos em saber que os filhos estão brincando em casa, sem riscos”.

O padrão condomínio-clube é completo e oferece muito mais qualidade para seus moradores, além da infra-estrutura de lazer que tem se consolidado como requisito fundamental de imóveis respondendo as necessidades do cliente.

Decoração em áreas comuns do condomínio


A maioria dos novos empreendimentos, dentro da tendência atual dos condomínios-clube, já tem sido entregues com as áreas comuns mobiliadas e decoradas. Esta prática é observada desde os de alto padrão aos de médio/baixo porte, porém ter as áreas comuns decoradas não são um privilégio apenas dos novos empreendimentos. Os condomínios mais antigos tem buscado também inovar em suas áreas, para isso, é importante proceder a decoração com a contratação de um profissional habilitado.

A decoração das áreas comuns envolve custos adicionais ao condomínio, que devem ser sempre aprovados em assembléia, e por se tratar de benfeitoria do imóvel, este custo deve ser do proprietário. O ideal é que seja criada uma comissão para ficar á frente das decisões, pois se for abrir a discussão a todos os condôminos fica muito complicado chegar a um consenso.

Há uma crença no mercado de que contratar um profissional torna serviço mais caro. Ainda bem que nos últimos anos esta crença vem mudando, pois é justamente o acompanhamento profissional que pode reduzir os custos, evitando desperdícios, dando sugestões mais adequadas a cada situação e só ele pode criar um conjunto harmonioso, conciliando a estética com valor disponível a ser gasto.

Inicialmente devem ser levantadas as necessidade/vontades dos moradores, ou seja, de que forma é o desejo de uso das áreas comuns. O profissional vai avaliar o que é possível ser feito e elaborar uma proposta. Aconselha-se que seja elaborada uma planilha com os custos que envolvem a execução do projeto proposto e ver se está de acordo com o que o condomínio tem disponibilidade de investir. As alternativas para redução de custo devem ser avaliadas pelo resultado estético funcional do que está sendo proposto. Decisões simples podem fazer muita diferença no bolso, sem implicar na qualidade do material a ser usado, por exemplo. A pesquisa de preço é muito útil a concorrência entre os fornecedores pode se reverter em bons descontos.

Acredita-se que a vontade de tornar o condomínio uma extensão de sua casa, com um ambiente agradável, bonito e aconchegante melhora a vida dos condôminos. As dificuldades envolvidas neste processo devem ser minimizadas tendo em mente o bem comum e a certeza de que todos têm a ganhar com a valorização do imóvel.

Novo selo de eficiência incentiva construções a economizarem energia

Um selo de eficiência semelhante ao que indica o consumo de energia elétrica dos eletrodomésticos começa a ser aplicado na construção civil. Pra incentivar construções que economizem energia, o Inmetro criou um selo de classificação com cinco categorias em ordem alfabética: Letra ‘E’ para os imóveis menos econômicos até a letra ‘A’ para os mais econômicos.

Janelas amplas permitem a entrada da luz do sol, gramado nas lajes diminui a absorção de calor e reduz o uso do ar condicionado, elevador inteligente: quando alguém aciona, só o que está mais próximo é que se movimenta. Economia que, segundo o engenheiro civil Teodomiro Diniz Camargo, compensa o gasto na construção: “Nesse edifício mesmo, em cinco anos, todo investimento feito pra se conseguir o selo vai ser pago”, explica.

Um detalhe pode fazer muita diferença, como a cor do imóvel, por exemplo. O teto e paredes brancas, móveis e o piso claros já proporcionaram uma economia de 25% no consumo de energia elétrica. Porque, com o ambiente refletindo a luz, foi possível trocar as luminárias que teriam quatro lâmpadas por modelos com apenas três. A mudança foi feita quando o edifício estava sendo projetado, mas imóveis prontos também podem ser classificados.

Para se conseguir o selo, são avaliados três itens: cor e material dos revestimentos, sistemas de iluminação e condicionamento de ar. Os critérios variam de acordo com a finalidade do imóvel. Nos residenciais, o tipo de aquecimento da água vai pesar muito: se usa energia solar, por exemplo, o imóvel é mais eficiente do que os que aquecem a água com energia elétrica.

O objetivo é que o selo se torne uma referência para o consumidor, como aquele dos eletrodomésticos. “Quando as geladeiras passaram a ter etiqueta, a gente passou a comprar geladeira não apenas pela beleza, pelo tamanho, pelo preço, mas, também pelo seu consumo. Nas residências, nós agora também vamos poder fazer a mesma escolha: poder comprar uma residência também pelo seu consumo”, diz a professora de arquitetura da UFMG Roberta Gonçalves.

Fonte: http://bit.ly/9V1JvL

Manual para reformas em condomínio

O Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Estado de São Paulo (Crea-SP) vai lançar, em agosto, o “Manual para obras e serviços técnicos em condomínios” para servir de orientação para síndicos e moradores na hora de precisar de uma reforma. A publicação, em fase de edição, é para ressalvar a importância de existir uma supervisão técnica responsável pelas obras, sendo que grande parte dos acidentes ocorre quando não existe uma fiscalização.

A cartilha foi proposta e redigida pela coordenadora do Crea-SP, após constatar muitos problemas decorrentes de obras e serviços em condomínios. Outro motivo para criar o manual, foi porque os condomínios não são tão fáceis de fiscalizar uma obra, assim como é feito nas obras de rua, onde a prefeitura sabe o que acontece.

Outros seis profissionais participaram do projeto que teve a pesquisa iniciada em maio de 2010.