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Som ambiente para a casa toda


Um sistema de som na sala de TV, outro na suíte do casal, microsystems nos dormitórios das crianças e ainda alguns rádios portáteis. Para que tudo isso? Sistemas de distribuição podem sonorizar a casa inteira com apenas um toque. Eles são chamados multi-room e distribuem o som de diversas fontes para todos os ambientes desejados, mesmo externos como jardins, piscinas, entre outros.

Normalmente basta um bom amplificador para sonorizar a maioria dos ambientes. E este equipamento está sempre presente nos Home Theaters. Mas para não haver necessidade de outros equipamentos, alem das caixas acústicas, esta é uma alternativa economicamente interessante.

O mais comum é um amplificador multi-canal, que pode abastecer vários conjuntos de caixas acústicas. Estes equipamentos podem ser definidos de dois pares de caixas até 12. A instalação ficará mais equilibrada se dispuser de um pré-amplificador + switcher, que processa as informações de áudio e regula a distribuição entre os ambientes. Com esse sistema muitas fontes de áudio podem ser usadas (CD, som digital de sistemas por satélite e radio AM/FM convencional).

Uma segunda possibilidade é o sistema denominado single-box. É a combinação de todos os equipamentos necessários (receiver, amplificador, processador e switcher) num único produto. Geralmente, incluem também controles remotos e keypads de parede para facilitar a operação. Também neste caso, existe a limitação de se ouvir um único programa por vez.

A terceira alternativa, e a mais sofisticada, é um sistema multi-zonas que permite um som ambiente para cada espaço. Cada ambiente sonorizado tem seu próprio keypad, usado para se escolher a partir de qual fonte será ouvido e controlado o som.

Por motivos de decoração, normalmente as caixas acústicas para som ambiente devem ser discretas, porém precisam ser eficientes. Assim, as mais utilizadas são as de embutir em forros de gesso, normalmente de cor branca, que garantem boa acústica e não prejudicam a ambientação. É importante também escolher caixas de boa qualidade de reprodução e que resistam bem ao uso prolongado.

Chegou o verão! Fique atento!

O tão esperado verão chegou, e os freqüentadores assíduos das piscinas e praias vivem mais um período de beleza e alegria do sol. Nesta época do ano, é muito comum desfilar com um corpo bronzeado, tida por muitas pessoas como uma característica da aparência saudável. No entanto, os especialistas alertam que a estação é um período que exige atenção e cuidados redobrados com a pele. A ação dos raios solares sobre o corpo desprotegido tem conseqüências sérias.


Proteja a sua pele contra o sol

O sol é importante para a pele e os ossos, daí a importância das crianças tomarem banhos de sol por curtos períodos, diariamente. As pessoas que moram em condomínios com piscinas, devem tomar cuidados com os horários de pico do sol, a fim de evitar queimaduras fortes.

As pessoas de pele mais sensível são as que devem tomar mais cuidado, usando cremes ou loções com filtros solares. Estas pessoas têm maior propensão a ter problemas causados pelo sol, como sardas, manchas e queimaduras solares.

Cuidados

Faça o uso diário de filtro solar nas áreas mais expostas (principalmente face, nuca, orelhas, mãos e demais áreas expostas). O ideal é aplicar 30 minutos antes da exposição, para aumentar o poder de penetração. Além disso, as pessoas devem evitar o uso de perfumes junto com os filtros, pois estes podem ser fotossensibilizantes e provocar queimaduras ou manchas na pele.

Todos devem beber muita água natural, pelos menos 2 litros por dia. Diminua ao máximo a ingestão de bebida alcoólica e cigarros, que prejudicam a circulação dos tecidos e interferem no metabolismo das vitaminas A, E e C, essenciais no combate ao envelhecimento.

Por outro lado, o consumo de verduras de cor verde-escura devem ser mais freqüentes porque são ricas em vitaminas, importante para a aparência da pele. A cenoura e outros legumes ou frutas de cor amarela ou vermelha são fundamentais para a pele, uma vez que são ricos em caroteno e vitamina D, que deixam a pele mais protegida contra os raios solares e mais resistente ao câncer.

Residencial Caraípe – Empreendimento Concluído

Residencial Caraípe – Teixeira de Freitas

Dia dos Pais | Construtora Módulo

DIA DOS PAIS

Deixe sua casa iluminada

A iluminação é um dos itens mais importantes na decoração de um ambiente, ela deve ser planejada de forma confortável, pensando nos efeitos de luz e sombra para tornar o ambiente mais dinâmico ou mais acolhedor.

 

As prateleiras das lojas expõem uma grande variedade de modelos de lâmpadas. Todas elas, porém, pertencem a uma das três famílias: incandescentes (as mais comuns), fluorescentes (as mais econômicas) e halógenas (as mais sofisticadas).


Alguns efeitos básicos combinados garantem uma boa iluminação e podem trazer conforto sem que o morador se dê conta. O melhor projeto de iluminação é aquele em que você se diverte criando e faz ao seu gosto.

Num living, por exemplo, uma iluminação equilibrada deve mesclar uma luz geral e difusa para a execução de tarefa. Isso significa pelo menos três circuitos de luz independentes. São tantos os recursos tecnológicos a nossa disposição que é necessário a ajuda de um especialista, por isso é bom ter a ajuda de um design ou arquiteto no planejamento decorativo.

 

Há também a questão do “clima” que desejamos: Um jardim sem iluminação só existe de dia. Bem iluminado pode nos passar sensações muito mais harmoniosas. Aquela coleção de garrafas de vidro que você tem pode ser vista como um monte de garrafinhas sem graça ou como objetos de arte se a iluminação for bem pensada. Aquela parede de textura diferenciada pode passar despercebida ou ser o centro das atenções da sua sala.

A preocupação com a iluminação nos ambientes é primordial, por muitas vezes, é o que faltava para diversificar sua casa. Explorar é o mais legal nesta decoração, então, se divirta e crie.

Fontes de imagens: Blog Simples Decoração e Site Casa Abril

Obra do Residencial Caraípe – Janeiro/2015

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Bairros planejados seduzem compradores

Bairros planejados se espalham por grandes cidades do País como opção de crescimento urbano sustentável, conquistando moradores e investidores. São empreendimentos que concentram a vida da pessoa em núcleos que reúnem moradia, trabalho e lazer, além de prestação de serviços.

O modelo das cidades espraiadas resulta em grandes deslocamentos, muitas vezes incentivando a utilização dos carros. De acordo com estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) de 2013, moradores das regiões metropolitanas de São Paulo e Rio levam, em média, 43 minutos para chegar até o trabalho, 31% mais do que nas outras metrópoles do País.

Esse modelo é uma contradição da eficiência, baixo custo, qualidade e com impactos negativos no meio ambiente. Por outro lado, a cidade eficiente é a cidade compacta que agrega uma ocupação diversificada em uso, contemplando moradias horizontais, verticais, comércio, serviço, escritórios, espaços comuns para lazer e integração com áreas verdes. Além dessa diversidade de uso, a diversidade de moradores também é fundamental para que o bairro seja autossustentável sob os aspectos econômicos e sociais.

Para que possa contemplar essa diversidade de uso e de ocupação, os bairros planejados, em geral, são desenvolvidos em grandes áreas (acima de 500 mil m²) integradas a tecidos urbanos consolidados e oferecem uma ampla variedade de produtos: residenciais horizontais e verticais, comércio, indústria, serviços e lazer, cercados por parques e áreas verdes. Seus projetos devem apresentar uma correta hierarquia viária, que contempla o carro, o transporte público, ciclovias e vias de pedestre.

O conceito urbanístico de bairro planejado tem sido amplamente divulgado por meio do novo urbanismo, um movimento que surgiu nos Estados Unidos na década de 1990 como um contraponto às cidades americanas desenvolvidas, até então, em modelos mais espraiados onde o carro é privilegiado em vez do pedestre.

Falar de novo urbanismo, por si só, daria mais um artigo, mas é importante destacar alguns aspectos relevantes que coincidem com a proposta de um bairro planejado autossustentável e em sintonia com o meio ambiente e qualidade de vida.

Diversidade de uso, diversidade de classes, democratização dos espaços públicos, ordenamento da construção permitindo a sua integração com a escala do pedestre, incentivo ao uso de bicicletas e privilégio ao pedestre no desenho urbano que inclui a locação dos equipamentos comunitários como escolas, parques, postos de saúde e de segurança de forma a integrar a comunidade, são alguns aspectos do novo urbanismo que visa, em resumo, oferecer mais qualidade de vida para a população definitiva e circulante dos bairros planejados.

Móveis na área externa: Qual usar?

A tarefa de mobiliar a área externa da casa inclui pensar sobre o tipo de material, durabilidade, acabamento, modelo de peça e estilo de decoração mais apropriado para enfrentar as intempéries sem sofrer grandes desgastes.

Tantos aspectos geram dúvidas no momento da compra e dão margem a escolhas erradas, que podem representar maior despesa a longo prazo.

Por isso, buscamos especialistas no assunto para indicar quais aspectos merecem maior atenção na hora de optar por um ou outro modelo, indo muito além da beleza. Confira as dicas abaixo:

Tecidos

Nem todo mobiliário de área externa fica no coberto. Por isso, prefira usar tecidos impermeabilizados, fáceis de lavar e resistentes ao calor intenso e à umidade. Melhor ainda se optar por modelos sintéticos de acrílico (que não desbotam), vinil ou couro náutico.

E fique longe de tecidos delicados como sedas e veludos. Outra dica que ajuda a manter o tecido em bom estado por mais tempo é apostar em capas de sarja, brim ou lona quando os móveis não estiverem em uso.

Materiais

Resistência e durabilidade são quesitos fundamentais para as peças que ficarão expostas nas áreas externas da casa.

Dispense as estruturas de ferro, exceto aquelas que tenham tratamento específico contra ferrugem, e recorra a peças com estrutura de acrílico ou alumínio – que exigem pouca manutenção e contam hoje até com pintura eletrostática em pó (mais resistente a riscos).

Fibras naturais também devem ser dispensadas, pois tendem a apodrecer. Prefira as fibras sintéticas com aparência semelhante, que oferecem mais resistência.

Alguns móveis com tiras plásticas recebem ainda um tratamento contra mofo, raios ultravioleta e oxidação, algo fundamental na área externa. Mas se o objetivo for usar madeira, os tipos mais indicados são Teka e Cumaru.

Lembre-se apenas de garantir uma boa impermeabilização – uma saída é aplicar camadas de resina natural, protegendo o material de sol e chuva.

“Outra questão importante é fazer o tratamento anual com verniz (poliuretano, de preferência, dada a durabilidade) para evitar o apodrecimento e a presença de fungos”, diz Mariana Klumb, arquiteta do escritório Formalis Arquitetura & Cenografia.

Cores e estampas

O estilo dos móveis da área externa deve combinar com a decoração do restante da casa. Mas algumas características precisam ser evitadas.

Um exemplo é o uso de cores escuras (azul marinho, preto, marrom e vermelho intenso, por exemplo) em toldos, tecidos e móveis, pois desbotam mais facilmente e absorvem muito calor.

O melhor é abusar das tonalidades cru e fendi, que esbanjam beleza e ainda disfarçam com facilidade a sujeira.

Estampas também podem ser usadas fora da casa, deixando o local mais descontraído. ”Investir em desenhos é uma boa saída para almofadas, cortinas e tapetes. Lembre-se apenas de que a cor do tecido precisa estar em harmonia com a decoração”, diz Maite Maiani, arquiteta.

Modelo da peça

Conforto e ergonomia também devem estar presentes nos móveis que ficam fora de casa. Escolha sofás e poltronas arredondadas, cadeiras de balanço, chaises, espreguiçadeiras estofadas, bancos e pufes.

Outro item do mobiliário que confere mais acolhimento ao espaço de receber amigos é a mesa. Os modelos mais indicados são os de estrutura metálica com tampo de vidro, fibras sintéticas, plástico ou madeira.

Além disso, móveis com rodas são opções práticas para o ambiente por serem fáceis de guardar e transportar.

Reaproveitar móveis antigos

Recorrer a toras, raízes de árvores, peças antigas de borracha, poliuretano (ou ferro se houver um tratamento próprio contra intempéries) para mobiliar o espaço externo é sempre uma alternativa para economizar e dar mais personalidade aos ambientes.

Invista em uma nova pintura para revitalizar e aplique verniz e impermeabilizador para aumentar a resistência ao sol e às chuvas.

“Evite apenas móveis fracos ou de estilo clássico, porque é fundamental ter aconchego e descontração”, diz Luciana Penna, designer de interiores do escritório Messa Penna Arquitetura e Interiores.

Da Redação, original Tribuna da Bahia.

As 10 dicas na hora de planejar a cozinha

Seja americana ou fechada, decorar cozinha não é tarefa simples. Pequenos descuidos podem resultar em problemas maiores, como ter que quebrar o que já estava pronto. Portanto, nada melhor que ficar atento a detalhes, como tomadas, ligação de gás, tamanho dos eletrodomésticos, dimensões dos móveis, espaço de circulação.

Confira abaixo 10 dicas listadas pela arquiteta Adriana Bijarra Cuoco; por Rafael Tanico, diretor da Romanzza Design Recreio; e pela arquiteta Aline Shikanai, da Romanzza Design Recreio.

1 - Segundo a arquiteta Adriana, a aposta para 2014 é de materiais que aliam sofisticação e praticidade. Para os armários, indica laminados melamínicos, vidros com cor, pastilhas, armários em laca, puxadores embutidos ou cavas e corrediças telescópicas com amortecedor.

O granito continua sendo boa pedida para bancada. Quem procura algo diferenciado pode apostar em bancadas de aço inox feitas sob medida. Rafael Tanico, diretor da Romanzza Design Recreio, acrescenta como tendências cozinhas com ilha (estilo americana) e cores vibrantes, como verde-azulado, roxo e amarelo, complementando com o amadeirado.

2 - Não se esqueça das tomadas na hora de planejar a cozinha. Coloque várias acima da bancada, de preferência embutidas no frontão para ter um melhor acabamento. Aposte nas duas voltagens (110V e 220V), diferenciando as de 220V com módulo vermelho.

3 - O ideal é que geladeira, fogão/cooktop, lava-louça, triturador, forno, coifa/depurador sejam escolhidos no início do projeto para definir os tamanhos dos nichos e os pontos elétricos e hidráulicos.

4 - Os armários inferiores devem ficar entre 18 e 21 cm acima do chão, de acordo com Tanico, para facilitar a limpeza. “Os armários superiores devem ser instalados a 60 cm da bancada, lembrando que devem ser mais rasos, entre 35 e 40 cm de profundidade, enquanto os inferiores podem ter até 65 cm”, disse a arquiteta Adriana. Se possível, aposte em gavetas largas para organizar melhor os utensílios.

5 - Caso os armários superiores tenham iluminação embutida, não se esqueça de deixar o ponto de elétrica e o ponto onde ficará o interruptor.

6 - O espaço de circulação mínimo é de 60 cm, como informou a arquiteta Adriana. Se o ambiente permitir, o ideal é 1,20 cm, medida para a passagem de duas pessoas.

7 - A ligação do gás deve sempre ser posicionada ao lado do nicho do forno de embutir, informou Tanico. Quando se opta por fogão de piso tradicional, o ponto pode estar atrás.

8 - Ter as plantas de elétrica e hidráulica sempre em mãos evita surpresas desagradáveis, como o furo de um cano, descobrir que um ponto de elétrica foi esquecido e que será preciso quebrar o que já foi feito.

9 - Em uma cozinha americana, é fundamental ter uma boa coifa para evitar incômodos com cheiro de fumaça e gordura. Vale a pena investir em itens sofisticados e diferenciados, como pendentes, torre para fornos e eletrodomésticos, cadeiras ou banquetas incrementadas.

O balcão deve ser instalado entre 85 e 93 cm do piso, sendo 90 cm a altura padrão ideal, segundo a arquiteta Adriana, que recomenda calcular 60 cm de largura para cada banqueta.

10 - Ao optar por cozinha fechada, verifique a necessidade de alterar a posição da porta para aumentar a circulação e se atente às medidas dos eletrodomésticos que terão de passar por ela. Assim, é possível decidir se será preciso aumentar a passagem ou substituir por uma porta de correr, lembrou a arquiteta Adriana. A arquiteta Aline recomenda o uso de cores leves, iluminação natural e boa ventilação.  

Da Redação, original Aquidauana News.

VISTORIA DO IMÓVEL: Condomínio Parque Universitário

O procedimento de vistoria do imóvel estará disponível a partir do dia 21 de maio. Para a visita é preciso marcar um horário, agende através do telefone: (73) 9155 4546.