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Mulheres mostram competência na Construção Civil


Se num momento não muito distante, levantamento de muro, revestimento de paredes, colocação de piso e pintura, além de outras atividades era um trabalho somente dos homens, agora já são funções exercidas por mulheres na área da construção civil. Elas estão chegando “com força”, colocando a mão na massa e disputando vagas nesse setor em condições de igualdade e com um diferencial: o capricho e a qualificação.

As contratações começaram principalmente devido à escassez de mão-de-obra qualificada na construção civil. Como forma de atender a demanda do setor muitas mulheres começaram a fazer treinamentos de capacitação em obras, de maneira que a maioria terminando o curso é encaminhada diretamente para as construtoras.

Todas as mulheres passam por um ensino adequado, seguindo às exigências empresariais impostas pelo programa brasileiro de qualidade. Para Jaime Godinho, coordenador do Centro Social Urbano (CSU) em Salvador-BA, a responsabilidade, delicadeza e forma de atuar das mulheres têm despertado muito interesse e demanda da construção civil.

Com o crescimento do setor imobiliário, a procura pelos cursos de capacitação tem aumentado e a expectativa é de que se formem mais turmas com um maior número de mulheres para a construção civil.

Fonte: Jornal da Manhã Online e Agência de Comunicação do Governo da Bahia

Porque construir com alvenaria estrutural?

A alvenaria estrutural com blocos de concreto apresenta vantagens muito superiores aos outros tipos de alvenarias, tais como confiabilidade, qualidade garantida por normas, ensaios e pelo Selo da Qualidade, custos competitivos e benefícios à sociedade.

O emprego de alvenaria  estrutural como suporte de edifícios não se constitui em uma inovação tecnológica recente. Na realidade, até o início deste século a alvenaria era o mais utilizado, seguro, durável, e o único aceito na estruturação de edificações de grande porte. Em São Paulo, o exemplo mais destacado desta utilização é o Teatro Municipal, inaugurado em 1911 e totalmente estruturado em paredes de alvenaria resistente.

O extraordinário crescimento do mercado imobiliário nos últimos anos tem levado ao aumento na demanda por sistemas construtivos que aliem economia e qualidade técnica, sempre de olho na equação final clientes satisfeitos e aumento das margens de lucro apertadas. Afinal, empreendimentos como os desenvolvidos para o programa Minha Casa, Minha Vida, lançado pelo governo federal se propõe a construir 1 milhão de moradias num prazo relativamente curto, o que exigem controle preciso de todos os componentes da construção.

Esse sistema construtivo, que utiliza a alvenaria estrutural com blocos de concreto oferece solução eficaz, testada em empreendimentos públicos e privados há mais de três décadas e que, ao longo desse tempo, evoluiu extraordinariamente. Hoje, grandes construtoras recorrem ao sistema construtivo de alvenaria estrutural com blocos de concreto para imprimir métodos produtivos industrializados, diminuir cronograma, garantir custos e qualidade.

O desenvolvimento técnico do sistema inclui completa normalização dos materiais (blocos), produzidos com garantia de resistência e uniformidade, por exemplo, e dos serviços envolvidos (projeto, construção da estrutura, execução de instalações e acabamento). A somatória desses elementos montou o alicerce para o enorme salto técnico-econômico no sistema construtivo de alvenaria estrutural com blocos de concreto.

Estudos realizados por especialistas em construção, comprovam que a alvenaria estrutural com blocos de concreto permite reduzir o custo das obras em até 30% (em torres de até quatro pavimentos) e 15% (em torres com 20 pavimentos), com ganhos ambientais, por praticamente não gerar rejeitos de canteiro e quase não utilizar fôrmas e escoras de madeira.

A construção civil brasileira tem hoje fornecedores de blocos de concreto qualificados, analisados por instrumentos como o Selo de Qualidade, fornecido sob critérios rigorosos de inspeção pela Associação Brasileira de Cimento Portland.

É importante deixar claro que qualquer alteração em paredes dos apartamentos, deve ser consultada à empresa resposável pela construção do edifício. Assim, a alvenaria estrutural com blocos de concreto é a melhor alternativa, para construtores e incorporadores, para seus clientes, que compram qualidade a custos menores, e para a sociedade, pelo seu potencial de emprego e geração de renda.

Novo aeroporto de Teixeira de Freitas é inaugurado.

Às 09h50 desta quarta-feira (10/09), ocorreu o pouso de um avião da Azul Linhas Aéreas Brasileiras, no Aeroporto 9 de Maio, em Teixeira de Freitas, que marcou o voo inaugural para o inicio da operacionalidade do Aeroporto de Teixeira. Além de vários convidados, o voou inaugural trouxe o governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), o prefeito João Bosco Bittencourt (PT), e o diretor de assuntos institucionais da Azul, Ronaldo Veras.

A partir do próximo dia 29 de setembro, está previsto a chegada e saída do primeiro voo comercial ligando Teixeira de Freitas ao aeroporto internacional de Confins, na região metropolitana de Belo Horizonte e demais conexões. No entanto, segundo o assessor da presidência da Azul, Ronaldo Veras, a companhia ainda aguarda autorização da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) para manter a data de iniciar os voos comerciais, com previsão para Teixeira de Freitas, em 29 de setembro. As aeronaves que operarão no Aeroporto 9 de Maio em Teixeira de Freitas, serão uma dos 5 modelos dos aviões da ATR que podem transportar entre 48 e 68 passageiros, e conforme a demanda, poderão ser os E-jets que levam entre 86 e 118 passageiros.

O aeroporto de Teixeira de Freitas foi recentemente revitalizado e recebeu recursos da ordem de R$ 5 milhões do Governo do Estado e com previsão de investimentos já anunciados de mais R$ 10 milhões. Trata-se de um consórcio formado pelas empresas UTC e Sinart. Conforme o governador Jaques Wagner, o objetivo do governo é que o terminal aéreo teixeirense se transforme em uma base regional e sirva como base de apoio para escalas e conexões de voos, principalmente as de natureza regional.

Para o empresário Sérgio Guimarães, presidente da CDL – Câmara de Dirigentes Lojistas de Teixeira de Freitas e um dos convidados do voo inaugural, a instalação dos voos insere Teixeira de Freitas na conexão aérea, condição fundamental para o desenvolvimento do município e de toda a região do extremo sul do Estado. Porque a viabilização dos voos facilita a condição de trabalho dos empresários, a dos administradores públicos e outros cidadãos que necessitam de agilidade.

Como fazer a vistoria do imóvel?

Quando a construtora chama o cliente para a entrega das chaves e o sonho da casa própria se torna realidade, a felicidade é indescritível. Mas antes que você possa mergulhar nessa nova fase e curtir a casa nova, é preciso passar por uma etapa muito importante e sem volta: a vistoria do imóvel. Identificar as falhas na construção e no acabamento, que são normais, podem evitar desgastes importantes no pós-entrega das chaves.

Confira abaixo 30 dicas para uma vistoria completa

Parte elétrica

1 – Antes de tudo, caso o imóvel esteja ainda sem energia elétrica, deixe isso claro no seu termo de vistoria. E peça uma nova vistoria para quando a energia estiver funcionando. É comum que a maioria dos imóveis ainda estejam com o relógio desligado.

2 – Com um carregador de celular, verifique se todas as tomadas estão funcionando corretamente.

3 – Olhe se há indicação de todos os pontos necessários no quadro de energia.

4 – Leve também uma lâmpada e faça o teste em todos os bocais do imóvel. Aproveite para verificar se a energia está fraca ou satisfatória.

5 – Um item que acaba sendo esquecido, mas que também deve ser testado é a campainha.

Pisos

6 – Com uma bolinha de gude é possível perceber se o piso ou o contrapiso está muito irregular.

7 – É importante prestar atenção, também, nas áreas que delimitam os cômodos, para saber se o granito colocado sob as portas não está muito alto, “ilhando” aquele cômodo.

8 – Faça o teste do silêncio: tente pisar ao máximo dentro do imóvel para perceber se há algum piso com som oco. Pois ele pode se soltar em pouco tempo.

Parte hidráulica

9 – Antes de qualquer coisa, teste as torneiras. Abra cada uma e perceba o fluxo de água corrente e possíveis vazamentos.

10 – Aproveite para observar se os objetos de metais não estão arranhados ou manchados.

11 – Verifique também se a água escoa corretamente ou se há possíveis problemas na tubulação que leva água àquela torneira.

12 – Após abrir a torneira por algum tempo, veja se não há goteiras por baixo dos recipientes.

13 – Teste também todas as torneiras juntas abertas, e dê descarga no vaso sanitário, para testar a pressão.

14 – Observe se os registros funcionam normalmente.

15 – Com um balde, teste o escoamento na varanda para conferir se a água vai escoar normalmente para o ralo. Faça o mesmo com o box dos banheiros.

16 – E não se esqueça de testar, também, a pressão da descarga no vaso sanitário.

Portas, janelas e esquadrias

17 – Teste portas e janelas. Abra e feche várias vezes cada uma delas para ver se não estão empenadas, agarrando ou com ruídos.

18 – Nas portas, verifique se elas estão completamente pintadas. Com um banquinho de madeira, olhe por cima de cada porta. Um pedaço de madeira aparente e sem pintura pode deixar o material exposto a problemas futuros.

19 – Nas esquadrias, veja se não estão arranhadas ou manchadas.

20 – Teste as fechaduras, o olho mágico da porta de entrada.

21 – Os vidros das janelas não podem ter riscos ou partes trincadas. É importante observar, também, se estão bem presos ou se ficam trepidando com o vento.

Observações gerais

22 – Observe se as paredes estão retas. Se aproxime da parede e olhe se ela segue uma direção constante ou se tem “barrigas”.

23 – Fique de olho nas áreas molhadas. O revestimento apresenta manchas ou rejunte mal colocado?

24 – Faça o teste de bater nos azulejos para ver se o som é oco. Caso seja, ele pode se desprender facilmente.

25 – Veja se o rejunte está bem feito e se está limpo.

26 – Confira se não há manchas de tinta nos pisos e rodapés.

27 – Gesso no teto pode denunciar infiltração. Veja se eles não estão amarelados ou úmidos.

28 – Verifique se a vaga de garagem consegue abrigar o seu veículo sem obstáculos.

29 – Faça foto de tudo o que você achar que pode estar errado, mesmo que não esteja. O registro serve como prova.

30 – Por fim, esteja sempre com o memorial descritivo em mãos para saber se os materiais entregues são os mesmos que estavam previstos no contrato.

Fonte: GAZETA ONLINE

 

Governo vai criar nova faixa para fase três do Minha Casa, Minha Vida

Para aumentar o número de beneficiados pelo Minha Casa, Minha Vida, o governo vai criar uma faixa intermediária. Ela deverá atender famílias com renda entre R$ 1.448 e R$ 2.172 (valores equivalentes a de dois a três salários mínimos). Até agora, o programa tinha três faixas de renda: uma com subsídio do governo quase integral para renda de até R$ 1.600, outra -também subsidiada- para renda até R$ 3.275, e uma terceira para famílias com faixas salariais entre R$ 3.275 e R$ 5.000. Para as construtoras, a mudança é benéfica porque inclui mais famílias nas faixas em que há parcela maior de financiamento e menor de subsídio. A vantagem disso é aproximar um maior número de “clientes” das regras do mercado imobiliário. A mudança também amplia o número de famílias que poderá escolher o imóvel que vai comprar e o momento da compra. Na faixa mais baixa, além de ficar na fila, não é possível escolher. Nessas faixas com subsídio quase integral, de renda mais baixa, o governo vai incluir o MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto) no grupo de entidades beneficiadas. O anúncio da nova etapa do programa antes do final do ano, com a construção de mais 3 milhões de casas, atende pedido do setor da construção civil. Empresários temem concluir a fase 2 do Minha Casa, Minha Vida e ficar um longo período sem novas contratações de projetos, o que levaria a queda de faturamento demissões. Até hoje, já foram entregues cerca de 1,7 milhão de casas.

Fonte: Folha de São Paulo

Autorizada a construção do novo aeroporto de Ilhéus

O ministro da Aviação Civil, Moreira Franco, assinou nesta semana a portaria contendo a delegação que transfere, da União para o governo baiano, a administração do projeto e da obra do novo aeroporto internacional de Ilhéus. A assinatura da transferência de delegação foi realizada no gabinete do ministro, em Brasília, na presença do subsecretário da Casa Civil, Bruno Dauster, que representou o governador Jaques Wagner.

Ministro da Aviação e subsecretário da Casa Civil assinaram portaria que para o governo baiano, a administração do projeto e da obra do novo aeroporto internacional de Ilhéus

O próximo passo é que a obra seja licitada sob do modelo de Parceria Público Privada (PPP) ainda este ano, informou Dauster. O governador Jaques Wagner comentou que a concessão da gestão é essencial para fortalecer a aviação civil e o turismo na região sul do estado, ao esclarecer que a delegação foi um pedido do governo baiano para agilizar a obra.

O novo aeroporto será construído em área de 979 hectares, entre a Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) e a Ceplac, na margem direita da BR-415, e faz parte do tripé de desenvolvimento do sul da Bahia, ao lado do Complexo Porto Sul, que integra aeroporto, Ferrovia Oeste-Leste e porto.

Fonte: Ibahia.com

Construir ou reformar: qual o melhor?

Com o mercado imobiliário aquecido, quem busca realizar o sonho da casa própria tem opções de adquirir o imóvel ainda na planta ou até comprar uma casa ou apartamento bem localizado para reformar.

O arquiteto Cláudio Lima, coordenador do curso de Arquitetura e Urbanismo da Anhembi Morumbi, integrante da rede internacional de universidades Laureate, preparou uma lista com 10 dicas para quem pretende se aventurar no mundo da reforma e, literalmente, materializar a casa dos sonhos.

Segundo Lima, a primeira dica para quem decide reformar um imóvel é tentar, ao máximo, seguir o planejamento, pois mudanças no projeto aumentam – e muito – o preço final. “Normalmente, as pessoas adquirem um imóvel para reforma pela emoção. Em geral, são bem localizados, mas muito antigos e, na maioria das vezes, com graves problemas hidráulicos, elétricos ou estruturais”, alerta.

Comparações

Claudio Lima ainda compara os custos de construir e reformar. “Levantar a estrutura de uma casa consome 1/3 do valor total. Os outros 2/3 são para acabamento, portas e janelas. Já na reforma, existe a estrutura e os 2/3 são gastos apenas com os reparos”, explica.

A regra é simples: para reformar é necessário ter o dinheiro em mãos. Em caso de financiamento, Lima afirma que o ideal é comprar um imóvel novo ou seminovo, uma vez que haverá um gasto muito maior se o novo proprietário tiver ainda de arcar com os custos da reforma. “Existem linhas de crédito que financiam o material, mas não pagam a mão de obra. Já para imóveis tombados pelo patrimônio histórico, a reforma pode ser financiada em até 20 anos”, conta.

Prazos

A reforma leva tempo e pode ser perigosa quando o novo proprietário precisa mudar rápido. “O prazo para uma reforma depende de muitas questões. Só é possível trabalhar na construção das 8 às 17 horas e ainda pode atrasar devido a fatores climáticos. No geral, um apartamento de dois quartos, em uma intervenção leve (pintura ou troca de piso) pode-se levar até um mês para finalizar o serviço. Já em uma intervenção pesada, com derrubada de parede, troca de telhado, elétrica, hidráulica, colocação de gesso e pintura levaria, pelo menos, quatro meses para ser executada”.

Confira 10 dicas para ter uma reforma tranquila:

1ª – Localização: bem localizado, o imóvel é ideal tanto para morar quanto para alugar. Por isso, é fundamentar observar a movimentação da rua, facilidades para estacionar, barulho e a vizinhança.

2ª – Condomínio: observar a manutenção do edifício, em especial, na necessidade de se trocar o elevador, gasto que não teria em um apartamento novo.

3ª – Iluminação: verificar em horários diferentes se o apartamento recebe luminosidade suficiente.

4ª – Piso: às vezes, não é necessário trocar, apenas lixar é o suficiente para deixá-lo bonito.

5ª – Infiltrações: observar se o teto tem mofo, gesso escuro ou se está solto.

6ª – Portas e janelas: avaliar se estão boas e sem infestação de cupins.

7ª – Hidráulica e Elétrica: tentar levantar com o síndico o histórico do imóvel.

8ª – Nunca more no endereço durante a reforma: além de muito pó, a obra pode atrasar causando muito estresse.

9ª – Elemento surpresa: em uma reforma gasta-se, pelo menos, 20% a mais do planejado.

10ª – Planejamento: tente não sair do planejamento do início ao fim da obra. Se o objetivo era só reformar a sala sem a intenção de quebrar uma parede, mantenha. As alterações, sem planejamento prévio, podem ter custo muito acima do esperado.

Site: Obra 24 Horas

Venda de material de construção cresce 1,5% em janeiro

As vendas de materiais de construção cresceram 1,5 por cento em janeiro na comparação anual, informou nesta terça-feira a Abramat, associação que representa o setor.

Já na comparação com dezembro, houve crescimento de 9,2 por cento, enquanto no acumulado de 12 meses as vendas subiram 2,7 por cento.

A expectativa da Abramat é de que o setor encerre 2014 com vendas 4,5 por cento maiores que o resultado do ano passado.

Em janeiro, as vendas de materiais de acabamento subiram 3,9 por cento sobre janeiro do ano passado, mas recuaram 1,1 por cento sobre dezembro.

Os materiais básicos tiveram leve alta, de 0,2 por cento, na comparação anual, mas cresceram 15,5 por cento sobre o resultado de dezembro.

Nível de emprego

O nível de emprego na indústria de materiais de construção, cresceu cerca de 8 por cento no primeiro mês do ano em relação a janeiro do ano passado. Na comparação com dezembro, o avanço foi de 7,7 por cento.

Entre as empresas de materiais básicos, o nível de emprego subiu 10,6 por cento sobre janeiro de 2013, e subiu 12,6 por cento sobre o mês anterior.

Nos materiais de acabamento, o indicador subiu 4,3 por cento na comparação anual, e teve leve alta de 0,2 por cento sobre dezembro.

Fonte: Exame.com

Definida nova área do aeroporto de Ilhéus

O novo aeroporto regional do sul da Bahia será implantado em uma área de 979 hectares, no município de Ilhéus, cujo decreto de utilidade pública, para fins de desapropriação, sai até a próxima sexta-feira (10), no Diário Oficial do Estado.

Próximo à Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), o aeroporto de passageiros e cargas contará com duas pistas de 3 mil metros. Um investimento de R$ 270 milhões que vai beneficiar empreendedores do Polo Industrial de Ilhéus, turistas e toda a população da região.

 “O governo da Bahia está concretizando um tripé de desenvolvimento que vai retomar o potencial econômico do sul da Bahia. O novo aeroporto, o Porto Sul e a Fiol somam mais de R$ 11 bilhões em investimentos”, disse o secretário da Casa Civil e coordenador dos projetos, Rui Costa.

Segundo ele, a localização do aeroporto, que fica à esquerda da BR-415 (sentido Ilhéus-Itabuna), é estratégica. “O espaço possui baixo índice de ocupação e é de fácil acesso”. A Secretaria de Aviação Civil está finalizando os trâmites para a delegação da gestão do novo aeroporto para o governo baiano.

O Departamento de Infraestrutura de Transportes da Bahia (Derba) está realizando estudos ambientais e de engenharia, além dos procedimentos necessários para a aquisição da área. Do investimento total, cerca de R$ 5 milhões devem ser aplicados na desapropriação.

Cresce o número de construções com blocos de concreto

O crescimento do mercado imobiliário no Brasil tem incentivado o uso do sistema construtivo de alvenaria estrutural com bloco de concreto em todo o país. A expansão está ligada às vantagens técnico-econômicas propiciadas pelo sistema como a rapidez na execução de obra. A alvenaria estrutural com blocos de concreto apresenta vantagens muito superiores aos outros tipos de alvenarias, tais como confiabilidade, qualidade garantida por normas, ensaios e pelo Selo da Qualidade.

Com este tipo de alvenaria, instalações elétricas e hidráulicas podem ser previstas já no projeto, embutidas nos blocos, agilizando ainda mais os trabalhos nos canteiros, ou seja, atuando fortemente na industrialização da construção. Atualmente o Brasil já conta com fábricas de blocos de qualidade em praticamente todas as suas principais regiões.

Com os investimentos previstos pelo governo federal de R$ 126 bilhões para a segunda fase do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), que vai até 2014 e prevê a construção de 2 milhões de unidades, a tendência é de o uso do sistema construtivo de alvenaria estrutural com blocos de concreto se ampliar ainda mais pelo país.

“O fato de a maioria das regiões brasileiras contar com fabricantes de bloco que possuem o Selo de Qualidade da ABCP, que representa uma garantia de produção em conformidade com as normas brasileiras, tem incentivado essa expansão da alvenaria estrutural com blocos de concreto”, avalia o arquiteto Carlos Alberto Tauil, consultor técnico da BlocoBrasil- Associação Brasileira da Indústria de Blocos de Concreto.  As 53 empresas fabricantes de blocos associadas à BlocoBrasil têm capacidade produtiva instalada de 56,357 milhões de blocos por mês, suficientes para a produção de 56 mil unidades habitacionais de 50 m² mensalmente.

Fonte: www.obra24horas.com.br